A encenação, a 154.ª da companhia setubalense, que também esteve em cena no dia 24, nasceu a partir do texto de Sławomir Mrożek e proporcionou ao público uma sátira que retrata a jornada de um homem em mudança existencial.
Com dramaturgia e encenação de Célia David, a peça teve interpretação de Ricardo Guerreiro Campos, que se apresentou num palco vazio, apenas com alguns objetos do quotidiano, apresentados ao público em múltiplas formas.

