[vc_row][vc_column][vc_text_separator title=”Novo terminal de transportes vai a concurso” title_align=”separator_align_left”][vc_empty_space height=”15px”][vc_column_text]A Câmara Municipal de Setúbal aprovou a abertura de um concurso público atualizado para execução da empreitada do Terminal Interface de Setúbal, a localizar na Praça do Brasil.[vc_single_image image=”12623″ img_size=”full” onclick=”link_image”][vc_empty_space height=”20px”][vc_column_text]O novo procedimento resulta da necessidade de alteração de várias peças do projeto inicial, em resultado de recomendações feitas por entidades vinculativas, o que motivou a revogação, aprovada igualmente ontem, do primeiro concurso público, lançado a 2 de maio deste ano.
O novo concurso público destinado a implantar a infraestrutura que permite congregar os modos rodoviário e ferroviário na Praça do Brasil é lançado por um preço base de 3.099.214 euros, com 30 dias para apresentação das propostas e um prazo máximo de execução da empreitada fixado nos 540 dias.
O critério de adjudicação a considerar é o da proposta economicamente mais vantajosa, determinada pela avaliação do preço ou custo, com o prazo de execução a assumir-se como principal critério de desempate.
A empreitada visa deslocalizar o terminal rodoviário, atualmente na Avenida 5 de Outubro, instalando-o junto da estação ferroviária, na Praça do Brasil, numa obra que inclui ainda a construção de um parque de estacionamento subterrâneo, das respetivas áreas de apoio e das infraestruturas e dos equipamentos associados ao funcionamento.
O projeto, designado de PAMUS 01 – Interface de Setúbal, que se enquadra na estratégia de mobilidade para a cidade, integra uma candidatura ao Portugal 2020 de obtenção de financiamento no âmbito do PEDU – Planos Estratégicos de Desenvolvimento Urbano.[vc_row][vc_column][vc_text_separator title=”Voto de pesar por Rui Paixão” title_align=”separator_align_left”][vc_empty_space height=”15px”][vc_column_text]A Câmara Municipal aprovou um voto de pesar pelo falecimento do sindicalista Rui Paixão, ocorrido no dia 10 de outubro.[vc_column_text]Rui Paixão, que “dedicou, incansavelmente, a vida a defender os interesses e os direitos dos trabalhadores”, deixa a memória de “um sindicalista exemplar, sempre empenhado na procura de mais e melhores direitos laborais para todos os que trabalham”, sublinha o voto de pesar.
É graças a homens como estes que “as sociedades progridem e tornam-se melhores lugares para todos os que lutam por uma vida melhor”.
Rui Paixão pertenceu aos quadros dirigentes da CGTP-IN, entre 1986 e 2012, e foi eleito membro do Conselho Nacional da estrutura sindical no V Congresso realizado em maio de 1986, órgão de que fez parte até 2012, tendo integrado a Comissão Executiva entre 1991 e 2012.
Rui Paixão foi eleito delegado sindical da Lisnave, em abril de 1976, e membro do Secretariado da Comissão Intersindical da Lisnave, em setembro do mesmo ano. Entre 1977 e 1981, exerceu funções de coordenação nesta estrutura.
Era membro da Comissão Diretiva e da Direção do Sindicato dos Metalúrgicos do Sul desde 1981, e, no ano seguinte, passou a coordenar esta organização laboral e a integrar o Conselho Nacional da FEQUIMETAL e o Conselho Distrital da União dos Sindicatos de Setúbal.
Em 1990, foi eleito coordenador da União dos Sindicatos de Setúbal, cargo que manteve até 2012, a par da militância no PCP.
A Câmara Municipal de Setúbal manifesta profundo pesar pelo falecimento de Rui Paixão e endereça à família enlutada, à União dos Sindicatos de Setúbal e à CGTP-IN sentidos pêsames.[vc_row][vc_column][vc_text_separator title=”Voto de pesar por João Vicente” title_align=”separator_align_left”][vc_empty_space height=”15px”][vc_column_text]A Câmara Municipal aprovou um voto de pesar pelo recente falecimento de João Vicente, presidente da direção da Associação Intervenção Democrática e membro na Assembleia Municipal de Setúbal.[vc_column_text]João António Vicente, engenheiro técnico agrário formado pela Escola Agrícola de Santarém, dedicou-se desde muito novo à luta contra o regime fascista, aderindo, ainda jovem, às estruturas da CDE – Comissão Democrática Eleitoral, de oposição ao regime.
Mais tarde, integrou o Movimento Democrático Português (MDP/CDE), herdeiro daquela estrutura após a Revolução de Abril de 1974.
Era membro da Associação Intervenção Democrática – ID desde 2001 e foi eleito presidente da direção em 2017, cargo que exerceu até ao seu falecimento.
João Vicente foi, igualmente, diretor executivo da Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas, estrutura da qual também foi presidente.
Enquanto democrata, militante e ativista político, João Vicente foi candidato em representação da Associação Intervenção Democrática e integrou as listas da CDU – Coligação Democrática Unitária a diversos cargos políticos, assumindo, atualmente, o mandato de membro da Assembleia Municipal de Setúbal.
A Câmara Municipal associa-se à manifestação de condolências divulgada pela Associação Intervenção Democrática dirigida a toda a família de João Vicente, amigos e a todos os democratas portugueses, “afirmando nesta hora de luto e dor a mais profunda solidariedade e amizade”, na certeza de que permanecerá para sempre “o espírito, a coragem e a determinação que sempre colocou na luta pela construção de um mundo melhor e mais fraterno para todos”.
