Noite Europeia dos Investigadores partilha ciência na cidade

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Experiências, descobertas científicas e partilha de conhecimento de forma lúdica com a comunidade foram atrativos da edição de 2026 da Noite Europeia dos Investigadores, realizada a 25 de setembro, na Casa da Baía.

Com um programa subordinado ao tema “Conhecer o território, transformar o futuro” que incluiu uma exposição de projetos científicos e desafios práticos, a Noite Europeia dos Investigadores foi organizada pelo quinto ano consecutivo pela UNIPS – Universidade Politécnica de Setúbal, em parceria com as congéneres de Beja e de Portalegre e com o apoio da Câmara Municipal de Setúbal, que se associa à iniciativa desde a primeira edição.

“Enquanto cidade educadora, o município de Setúbal só podia associar-se a uma iniciativa com estas características”, referiu o diretor do Departamento de Educação, Bibliotecas e Arquivo, Carlos Cunha, na abertura do evento.

O responsável sublinhou que “faz parte da missão do município dar a conhecer à população as iniciativas de investigação desenvolvidas pela Universidade Politécnica de Setúbal, que é um parceiro muito importante para a cidade”,e garantiu que a Noite Europeia dos Investigadores “contará sempre com a participação da Câmara Municipal de Setúbal”.

A reitora da UNIPS, Ângela Lemos, explicou que o objetivo do evento é “mostrar aquilo que se faz de melhor” na instituição em termos de investigação científica, através de “uma linguagem adequada e percetível por qualquer cidadão”.

A Noite Europeia dos Investigadores decorreu nas cidades de Setúbal, Beja e Portalegre, cada uma com um programa próprio, tendo-se centrado localmente na Casa da Baía.

A programação incluiu uma exposição de projetos científicos em curso na UNIPS e a dinamização de vários desafios práticos por docentes e investigadores, de que foram exemplos a possibilidade de explorar o subsolo através da resistividade elétrica, descobrir como funciona a prototipagem de sistemas robóticos com Arduino e conhecer soluções inovadoras para a valorização da lã no âmbito do projeto CIRCULATE.

Foi também possível participar em experiências ligadas aos ecossistemas aquáticos costeiros, através do projeto Modsala e à transformação de dados de georadar em música, com a atividade “Músicas da Superfície”.

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