A forte pluviosidade tem impedido o recurso a massas asfálticas quentes, quer na pavimentação, quer na tapagem de buracos, sendo utilizado, em alternativa, um granulado que é colocado a frio, nas situações que apresentam maior perigo para a circulação viária em todas as freguesias do concelho.
Além de impedir a manutenção programada, a chuva tem sido responsável pelo surgimento de novas situações que não estavam registadas e as equipas municipais têm redobrado esforços para também fazerem a manutenção das vias em terra batida, que é ainda mais difícil.
Assim que as condições climatéricas melhorarem serão retomadas as manutenções normais e programadas, bem como as pavimentações.
Além dos buracos nas ruas, também têm acontecido impedimentos à circulação viária em virtude do deslizamento de taludes, do abatimento de muros, da queda de árvores e da obstrução de passagens hidráulicas, o que implica um trabalho acrescido para as equipas quanto a mão de obra, equipamentos mecânicos e utilização de materiais.




































