A estreia de “Vanishing”, espetáculo que reflete sobre a efemeridade das artes performativas, marcou o início, a 4 de julho, da sexta edição da MAPS, evento a decorrer em Setúbal ao dia 13.
A arte contemporânea de “Vanishing”, um dos três projetos vencedores das Bolsas de Criação Artística de Setúbal 2023, traduz-se numa performance de dança e música criada por Bruno Senune e Beatriz Valentim, em que ambos coreografaram a atuação um do outro.
Produto de diferentes residências artísticas realizadas, em particular com alunos do Ensino Secundário, “Vanishing” explora as características passageiras e temporárias das artes performativas, conceito que vai ao encontro da própria natureza da MAPS – Mostra de Artes Performativas em Setúbal.
A seguir ao espetáculo, apresentado nas instalações de A Gráfica – Centro de Criação Artística, palco principal do programa da MAPS, realizou-se uma conversa informal entre criadores e público, na qual foi explorado o processo criativo da performance.
A noite terminou com uma outra apresentação, “Movimentos Pendulares – Zona Neutra”, uma simbiose entre concerto e instalação artística da autoria do artista visual João Fortuna e do músico Huesos del Niño.
Esta performance, uma produção FOmE, aborda o fenómeno dos movimentos pendulares urbanos, principalmente através de uma perspetiva dos transportes suburbanos ferroviários, nomeadamente a Linha do Sado.
“Movimentos Pendulares” constitui-se como um ciclo de três instalações, de autores diferentes, sempre sobre aquele tema, elaborados a partir de elementos visuais e sonoros e música ao vivo.
A MAPS – Mostra de Artes Performativas de Setúbal apresenta uma programação repleta de performances, música, cinema e formações, com todas as atividades a serem de entrada gratuita.
“Liberdade” é o tema central da edição de este ano, aludindo aos 50 anos do 25 de Abril.
O programa completo da MAPS pode ser consultado nesta ligação.









