Celebração de armistício apela à paz

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A necessidade da concórdia entre os homens para a preservação da paz foi defendida, no dia 11, de manhã, em Setúbal, na comemoração do 96.º armistício da Grande Guerra.

Na cerimónia, organizada pelo Núcleo de Setúbal da Liga dos Combatentes, o vice-presidente da Câmara Municipal, André Martins, sublinhou a importância de continuar a lembrar os soldados portugueses que combateram na I Guerra Mundial.

Num dia em que “milhares de soldados são homenageados”, sublinhou o autarca, celebra-se “a necessidade de os homens se entenderem” e reafirma-se “a vontade de não voltar a discutir com armas nos campos de batalha europeus”.

A comemoração de mais um aniversário da assinatura do acordo que pôs fim ao conflito de 1914-1918, realizada em Setúbal junto do monumento dos Combatentes da Grande Guerra, com a presença de diversas individualidades, civis e militares, contou com a deposição de flores e um minuto de silêncio pelos mortos em combate, seguido do toque de homenagem aos soldados.

O sargento-mor Francisco Rita, do Núcleo de Setúbal da Liga dos Combatentes, dirigiu a homenagem, a qual pretende que este dia “não seja esquecido e que se preserve na memória de todos”.

Na comemoração estiveram presentes uma força militar do Polo Permanente do Regimento de Artilharia n.º 5, de Vendas Novas, e representantes da Associação de Paraquedistas de Setúbal, do Clube Militar de Oficiais de Setúbal e da Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra, entre outras entidades.

A I Guerra Mundial, que decorreu entre 1914 e 1918, teve a participação de Portugal através do Corpo Expedicionário Português, força constituída por 107 mil militares, dos quais 7 mil morreram e 9 mil ficaram feridos.

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