O espetáculo uniu dois momentos marcantes da história da música erudita, com a primeira parte dedicada a “Noite Transfigurada, Op. 4”, de Arnold Schoenberg, peça, de 1899, considerada um marco na transição entre o romantismo e as correntes modernistas do início do século XX.
Seguiu-se a “Sinfonia n.º 41 em Dó Maior, KV 551”, de Wolfgang Amadeus Mozart, conhecida como “Júpiter”, a última escrita pelo compositor austríaco e obra-prima que rompe com os moldes clássicos e anuncia a ousadia do romantismo musical.
Sob a direção do maestro Pedro Neves, a Orquestra Metropolitana de Lisboa proporcionou uma noite com sinfonias emblemáticas, reforçando a importância do Fórum Municipal Luísa Todi como sala privilegiada para grandes momentos culturais e para a celebração do poder da música.

