Micro-bosques nos recreios das escolas é projeto para continuar

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A vice-presidente da Câmara Municipal, Carla Guerreiro, apontou no dia 27 a relevância atribuída ao ambiente pelo projeto “Da Semente ao Bosque”, a decorrer em duas escolas, considerando que merece ser replicado noutros estabelecimentos de ensino.

A vice-presidente da Câmara Municipal, Carla Guerreiro, apontou no dia 27 a relevância atribuída ao ambiente pelo projeto “Da Semente ao Bosque”, a decorrer em duas escolas, considerando que merece ser replicado noutros estabelecimentos de ensino.

“Os micro-bosques terão continuidade por muitos e bons anos e estamos convencidos que esta é uma ‘sementinha’ daquilo que terá continuidade em muitas outras escolas”, sublinhou a autarca em visita realizada no dia 27 à Escola Básica de S. Gabriel, onde o projeto está a ser dinamizado.

Promovido também na Escola Básica das Laranjeiras, “Da Semente ao Bosque” leva alunos do 1.º ao 4.º ano a participarem num conjunto de iniciativas, incluindo oficinas de biodiversidade, que procuram aliar a imaginação dos mais novos à consciência ecológica.

O projeto, dinamizado pela associação Musgo Azul, contou com uma apresentação final na Escola Básica de S. Gabriel, dando oportunidade a pais, amigos e vizinhos de conhecerem o bosque e o processo de criação, assim como atividades das oficinas da biodiversidade.

Um dos trabalhos mais visitados e admirados, incluindo pelo presidente da Câmara Municipal, André Martins, e pela presidente da União das Freguesias de Setúbal, Fátima Silveirinha, foi uma instalação visual e sonora de gambozinos, construída com materiais naturais, como troncos.

Para a apresentação à comunidade, os gambozinos, animais imaginários, construídos em grande escala, foram dispostos no recreio da escola e sonorizados por um membro da associação, permitindo assim, ao tocar-lhes, construir uma orquestra original.

As oficinas da biodiversidade, que partem de um elemento natural como as sementes, visitam diversas áreas artísticas como tecnologias do som, da imagem e de produção de luzes.

Os visitantes observaram também herbários, livros com exemplares das plantas silvestres da escola, teatro de sombras e diversas espécies de folhas e, até, ninhos de vespa, ao microscópio.

A par da intenção da Câmara Municipal de criar cada vez mais corredores naturais no interior do concelho, um dos objetivos do projeto “Da Semente ao Bosque”, como explicou Ángela Martín, da Musgo Azul, é “aproximar os mais novos da natureza, sem saírem da escola”.

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