Ação de protesto contra despejos ilegais de resíduos em Poçoilos

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A Câmara Municipal e as juntas de freguesia de São Sebastião e Gâmbia-Pontes-Alto da Guerra marcaram para o dia 17, às 18h30, uma concentração à porta da empresa que tem realizado despejos ilegais de resíduos em Poçoilos, para protestar contra a situação.

A Câmara Municipal e as juntas de freguesia de São Sebastião e Gâmbia-Pontes-Alto da Guerra marcaram para o dia 17, às 18h30, uma concentração à porta da empresa que tem realizado despejos ilegais de resíduos em Poçoilos, para protestar contra a situação.

A decisão foi tomada perante a ausência de medidas das entidades responsáveis para impedir a continuação da atividade da empresa e a concentração foi marcada para as 18h30, fora do horário laboral, para permitir a presença do maior número de pessoas.

A marcação da concentração resulta da aprovação, numa reunião realizada com a população da zona em 9 de junho, de uma moção em que se manifestava “vivo repúdio e protesto pela descarga irregular de resíduos na zona de Poçoilos, com graves consequências para o ambiente e, provavelmente, para a saúde pública, em particular das populações vizinhas”.

No documento manifestava-se igualmente “estranheza e protesto pela demora na tomada de medidas que acabem com o que parece configurar um grave atentado ambiental por parte das entidades públicas com responsabilidades no licenciamento e fiscalização deste tipo de atividades”.

As entidades em causa são a CCDR-LVT – Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo, a APA – Agência Portuguesa do Ambiente e a IGAMAOT – Inspeção-Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território.

Os subscritores da moção exigiam ainda àquelas entidades o “encerramento preventivo imediato” das instalações em causa e acrescentavam que, caso não fossem “adotadas as medidas necessárias para promover o fim das descargas irregulares”, seria convocada uma “concentração popular para a porta das instalações onde decorrem as descargas para alertar, uma vez mais, as entidades competentes para a imperiosa necessidade de resolver de imediato este problema”.

A Câmara Municipal e as juntas de freguesia apelam a uma forte participação popular nesta ação de protesto.

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