Música filarmónica ecoa na Baixa

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O presidente da Câmara Municipal, André Martins, salientou em 24 de maio, no XXI Festival de Bandas Filarmónicas, a importância desta forma de expressão da música popular para a animação das localidades portuguesas.

O presidente da Câmara Municipal, André Martins, salientou em 24 de maio, no XXI Festival de Bandas Filarmónicas, a importância desta forma de expressão da música popular para a animação das localidades portuguesas.

“As bandas filarmónicas são uma expressão da música tradicional, da música popular que anima as nossas terras por esse país fora. Setúbal mantém esta tradição e felizmente tem algumas bandas filarmónicas que são suportadas pelas coletividades centenárias aqui de Setúbal, como é o caso da Sociedade Musical Capricho Setubalense”, notou o presidente da Câmara.

O autarca agradeceu à Capricho Setubalense por organizar anualmente o festival em parceria com Câmara Municipal, permitindo que em Setúbal haja “esta animação”, convidando outras bandas, como aconteceu este ano com a banda da Sociedade Filarmónica Galveense, de Galveias, Ponte de Sor.

André Martins agradeceu à banda alentejana por ter vindo a Setúbal animar a tarde de sábado, 24 de maio, e afirmou esperar “que tenham gostado” da cidade, que disse ser “muito agradável e recebe sempre bem” quem a visita.

“Nós ficamos sempre muito satisfeitos com esta possibilidade de animação para todos os que nos visitam e para todos os que são de Setúbal e de Azeitão, deste concelho que nós procuramos também dinamizar do ponto de vista cultural. Temos sempre um conjunto diversificado de iniciativas de promoção da cultura, de divulgação da cultura nos vários domínios das artes”, sublinhou.

O presidente da Sociedade Musical Capricho Setubalense, Sérgio Gabriel, agradeceu o apoio “da Câmara Municipal e dos seus técnicos”, considerando-o “imprescindível para a concretização” do festival, que teve o objetivo de promover o encontro de diferentes culturas e tradições da música filarmónica e também contou com o apoio da União das Freguesias de Setúbal.

“Sermos filarmónicos não é fácil. São dias e dias de ensaio, sempre a preparar o próximo concerto. E isto das bandas filarmónicas não era possível sem os músicos”, referiu, recordando, igualmente, o trabalho dos maestros.

O XXI Festival de Bandas Filarmónicas teve início às 14h00 de 24 de maio, no Largo da Misericórdia, com um primeiro concerto das bandas da Sociedade Musical Capricho Setubalense e da Sociedade Filarmónica Galveense, seguindo-se um desfile musical pelas ruas da Baixa e um novo concerto, às 16h00, com as mesmas bandas, no Espaço Multiusos da Praça de Bocage.

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