


O cenário de um incêndio seguido de explosão numa cozinha da Escola de Hotelaria e Turismo de Setúbal foi no dia 25 de março simulado num exercício que incluiu a evacuação das instalações, destinado a garantir a capacidade de resposta numa situação real.
“O incêndio deflagra na cozinha do refeitório, acabando por fazer uma explosão num compartimento. Os elementos da cozinha dão o alerta e tentam extinguir o incêndio com uma manta e extintores”, conta Jorge Parrulas, técnico do Serviço Municipal de Proteção Civil e Bombeiros de Setúbal, organismo que conduziu a iniciativa.
O simulacro, com a participação dos corpos de bombeiros Sapadores e Voluntários de Setúbal, num total de 12 operacionais e três viaturas, teve como objetivo testar os procedimentos internos e criar rotinas de comportamento para alunos, professores e pessoal não docente no âmbito das medidas de autoproteção.
O incêndio ocorreu às 09h30 e implicou a retirada de todos os alunos e funcionários presentes no equipamento escolar, no total de mais de 350 pessoas.
Depois de o alarme ter sido acionado e até à chegada dos bombeiros, professores e seguranças escolares tentaram controlar a situação e encaminharam os alunos para o ponto de encontro definido nestas situações.
Os bombeiros sapadores e voluntários chegaram entretanto com dois veículos de combate a incêndios urbanos e uma ambulância, para combater as chamas e assistir alunos com queimaduras de primeiro e segundo graus.
O incêndio foi dado como extinto perto das 10h00 e após o simulacro, ainda nas instalações da Escola de Hotelaria e Turismo de Setúbal, o Serviço Municipal de Proteção Civil e Bombeiros deu início a ações de sensibilização sobre incêndios, nomeadamente sobre como utilizar um extintor e prestar os primeiros socorros.
No final, o técnico Jorge Parrulas considerou que o resultado do simulacro foi “muito positivo, ainda para mais tendo em conta que estes alunos, professores e restante pessoal desta escola ainda não tinham vivido uma experiência destas”.

