Área Metropolitana atenta às comunidades locais

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Cerca de 120 participantes estiveram reunidos no seminário anual Comunidades em Ação, promovido pela Área Metropolitana de Lisboa, em parceria com a Câmara Municipal do Seixal, para ficarem a conhecer o que está a ser desenvolvido para as comunidades da região nos domínios do ambiente urbano, da cidadania e do emprego e economia local.

Cerca de 120 participantes estiveram reunidos no seminário anual Comunidades em Ação, promovido pela Área Metropolitana de Lisboa, em parceria com a Câmara Municipal do Seixal, para ficarem a conhecer o que está a ser desenvolvido para as comunidades da região nos domínios do ambiente urbano, da cidadania e do emprego e economia local.

O seminário, que se realizou no dia 26 de novembro, nos serviços centrais do município do Seixal, serviu para os representantes dos municípios de Lisboa, Odivelas, Oeiras, Seixal, Setúbal e Sintra mostrarem uma parte dos projetos que estão a ser desenvolvidos nos respetivos territórios, no âmbito do Plano Metropolitano de Apoio às Comunidades Desfavorecidas da Área Metropolitana de Lisboa, inserido nas respostas sociais do PRR – Plano de Recuperação e Resiliência.

Na sessão de abertura, Paulo Silva, deu as boas-vindas aos participantes, mostrando a sua satisfação em receber um seminário que personifica não só “uma oportunidade de partilhar os avanços e os desafios dos projetos que estão no terreno”, mas ainda “um espaço essencial de reflexão e cooperação entre os municípios da Área Metropolitana de Lisboa”.

Realçou ainda o empenho dos 18 municípios da AML na “criação de operações integradas para melhorar as condições de vida das comunidades mais vulneráveis”, assegurando que “as soluções são pensadas com e para as comunidades, envolvendo-as na construção do seu próprio futuro”.

Terminou a sua intervenção com um desejo: “ao unirmos forças e ao trabalharmos em cooperação, seremos capazes de ultrapassar estes desafios”.

Ainda na sessão de abertura do seminário, o presidente do Conselho Metropolitano de Lisboa, Basílio Horta, começou por referir a importância do programa Comunidades em Ação, porque “uma sociedade desequilibrada, onde a inclusão não existe, é uma sociedade imperfeita e é uma ameaça à paz, e criar essa sociedade coesa, equilibrada e justa é um grande objetivo que os políticos devem sempre procurar alcançar”.

Há, por isso, um caminho a percorrer: “nos projetos que estão a ser desenvolvidos na área metropolitana de Lisboa sente-se bem a responsabilidade e a importância das autarquias locais para a população”, que trabalham de uma forma integrada com muitas instituições.

O presidente do Conselho Metropolitano de Lisboa rematou com um apelo: “é necessário que as autarquias confiem na AML, que se juntem e fortaleçam a AML, porque o fortalecimento da AML é o fortalecimento de cada um dos municípios que a compõem”.

Seguiu-se uma animada mesa-redonda e um debate sobre emprego e economia local, com a participação de Rogério Roque Amaro, professor do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, Hugo Moreira Luís, presidente da Câmara Municipal de Mafra, e José Paulo Luís, diretor do Centro de Emprego e Formação Profissional de Setúbal, com a moderação de Paulo Madruga, da Ernst & Young.

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