Ópera canta constituição futura no Luísa Todi

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A Associação Setúbal Voz estreou, no dia 8 de novembro, no Fórum Municipal Luísa Todi, “2030, A Nova Ordem”, a última ópera de uma tetralogia que assinala dois séculos de constituições portuguesas e reflete sobre o país.

A Associação Setúbal Voz estreou, no dia 8 de novembro, no Fórum Municipal Luísa Todi, “2030, A Nova Ordem”, a última ópera de uma tetralogia que assinala dois séculos de constituições portuguesas e reflete sobre o país.

Em “2030, A Nova Ordem”, um elenco constituído por Ana Filipa Leitão, Constança Melo, Diogo Oliveira, Gonçalo Martins, Helena de Castro, Inês Constantino, João Merino e Mariana Chaves, da Companhia de Ópera de Setúbal, interpreta personagens como Presidente da República, primeiro-ministro, líder da oposição e repórter de televisão.

A ação passa-se num futuro próximo, onde o populismo está instaurado na política nacional e usa todas as armas de que dispõe para chegar em definitivo ao poder e alterar a Constituição na forma que lhe é mais conveniente, o que serve para chamar a atenção para a importância de não se ceder à perda da liberdade.

Com libreto, música e direção artística de Jorge Salgueiro, que também é o encenador juntamente com Sara Túbio Costa, o espetáculo conta com as participações do Coro Setúbal Voz e da Academia de Dança Contemporânea de Setúbal.

Depois da sessão de estreia, a qual contou com a presença de vice-presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Carla Guerreiro, realizaram-se mais duas apresentações, nos dias 9 e 10 de novembro.

“2030, A Nova Ordem” fecha a “Tetralogia Operática sobre Quatro Constituições Portuguesas”, dinamizada pela Associação Setúbal Voz, em parceria com a autarquia, para democratizar o acesso a espetáculos de ópera.

Antes, tinham sido estreadas “1822 – Mautempo em Portugal”, de Eurico Carrapatoso e Miguel Jesus, “1911, A Conspiração da Igualdade”, de António Victorino d’Almeida e Francisco Teixeira, e “1976, A Evolução dos Cravos”, de Vítor Rua, com libreto de Risoleta Pinto Pedro.

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