Film Fest encerra onze dias de festival

Partilhar notícia

Um cine-concerto com o filme “O Barão Aventureiro”, que ganhou nova banda sonora por Philippe Lenzini, foi um dos destaques da reta final do Film Fest – Festival de Cinema Musicado ao Vivo, realizado ao longo de onze dias em Setúbal.

Um cine-concerto com o filme “O Barão Aventureiro”, que ganhou nova banda sonora por Philippe Lenzine, foi um dos destaques da reta final do Film Fest – Festival de Cinema Musicado ao Vivo, realizado ao longo de onze dias em Setúbal.

“O Barão Aventureiro”, do checo Karel Zeman, sobre as aventuras de um lendário e arrogante barão, cujas façanhas turbulentas o levam da lua à Turquia do século XVIII, foi exibido na noite de 1 de novembro, no Cinema Charlot – Auditório Municipal, em sessão musicada ao vivo pelo francês Philippe Lenzini.

No dia seguinte, a 2, o Fórum Municipal Luísa Todi, recebeu a sessão “Setúbal Antiga”, com a exibição de três documentários sobre o concelho de Setúbal, de Fernando de Almeida e Virgílio Nunes, de 1930 e 1956, acompanhados da guitarra portuguesa de Pedro Caldeira Cabral e do contrabaixo de Duncan Fox.

Foram exibidos “Setúbal”, de Fernando Almeida, “Setúbal, suas Indústrias” e “Setúbal, Panorâmica e Monumental”, de Virgílio Nunes, para exaltar a cidade e a cultura industrial, com a narrativa propagandista do Estado Novo, digitalizados recentemente pela Cinemateca, parceira do festival organizado pela Câmara Municipal de Setúbal.

O último dia do Film Fest, a 3, reservou ainda, à tarde, uma sessão dedicada às famílias no Cinema Charlot – Auditório Municipal, com “As Aventuras de Osvaldo”, composto por sete curtas-metragens de Eric Goldber e UbIwerks, com narração de Miguel Assis e música ao vivo interpretada pela pianista Joana Rolo.

A sexta edição do evento encerrou com a sessão “Trocas e Truques”, à noite, igualmente no Charlot, em que Rita Braga (ukelele e teclas) & Ryoko Imai (percussão) apresentaram a banda sonora para as curtas-metragens “Ela é um Príncipe”, de Marcel Perez, “Fazer dela um Homem”, de Al Christie, e “Amor e Ciência”, de M. J. Hoche.

Relacionadas
Não há notícias relacionadas
Mais lidas